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quarta-feira, 7 de julho de 2010

Nissan Brasil para com Pathfinder, Murano e X-Trail

Fotos Divulgação
Nissan Brasil para com Pathfinder, Murano e X-Trail

Marca japonesa suspende importação de modelos do Japão para o mercado brasileiro

da Redação

A Nissan do Brasil confirma que o crossover Murano e os utilitários Pathfinder - foto acima - e X-Trail estão fora do mercado nacional. A marca japonesa parou de importar os modelos do Japão para o Brasil, mas não revelou o motivo. Acredita-se que a Nissan pretenda focar suas ações de vendas no mercado brasileiro apenas nos veículos mais competitivos. Ou seja, nos automóveis importados do México e isentos de tarifas de importação, como o Tiida e o Sentra, além dos seus produtos "made in Brazil", como a pick-up Frontier e os monovolumes Livina e Gran Livina, produzidos na fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná.

Os três modelos japoneses - que funcionavam como "carros de imagem" da Nissan - também não vinham apresentando boas vendas no ano, especialmente nos últimos meses. O utilitário esportivo Pathfinder vendeu 140 unidades nos seis primeiros meses de 2010, e apenas uma em junho. O X-Trail, por sua vez, vendeu 133 unidades entre janeiro e junho, sendo que no último mês foram comercializadas apenas 5 unidades. Já o Murano teve apenas 15 unidades vendidas em todo o ano de 2010.

No Brasil, o X-Trail - na sua versão inicial SE 2.0 16V de 138 cv - custa R$ 85.750. Já o Pathfinder, na variante SE 4.0 V6 de 266 cv, tem preço a partir de R$ 114.854. O Nissan Murano, por sua vez, é vendido por aqui em uma versão única SE 3.5 V6 de 231 cv, ao preço de R$ 134.271.

Nissan Murano





Nissan Pathfinder





Nissan X-Trail



FONTE: MOTORDREAM

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Subcompacto da Fiat ganha versões GLS para a Parada Gay de Madrid

Fiat 500 sai do armário

Fotos Divulgação

Subcompacto da Fiat ganha versões GLS para a Parada Gay de Madrid


da Redação

Em homenagem a Parada do Orgulho Gay realizada em Madrid, uma das maiores da Europa, a Fiat da Espanha produziu alguns Fiat 500 e Fiat 500C especiais para a ocasião. Os criadores dos modelos GLS criaram os perfis "urso" - foto acima -, "couro", "Drag Queen", "lésbica" e "cool", na sequência abaixo. Curiosamente, a revista francesa Ledorga já havia eleito o 500 como o “Carro gay do ano”.

Certo mesmo é que o Fiat 500 caiu no gosto dos consumidores. Apenas 21 meses após seu lançamento, mais de 500 mil unidades já haviam sido comercializadas. Os três países onde o 500 mais vende são respectivamente Itália, França e Grã Bretanha.

Fiat 500 Cool:




Fiat 500 Drag Queen:





Fiat 500 Lésbica:






Fiat 500 Couro:




Fonte: MotorDream
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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Motor V6 e tração integral dão outro caráter ao Passat Variant

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Se o estilo da linha Passat já não é a última palavra, a Variant continua a impressionar bem com seu perfil baixo e curvas suaves da carroceria

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Faróis de xenônio em ambos os fachos, com sistema autodirecional, e belas lanternas, mas as rodas parecem muito esportivas para o modelo

Peruas são espaçosos e confortáveis veículos familiares, que trafegam devagar pelas estradas com bagagem até o teto (às vezes também sobre o teto) e fazem curvas ainda mais lentas para não enjoar as crianças no banco traseiro, certo? Talvez sim, pois era assim que nós, nossos pais ou nossos avós viajavam com suas Caravans, Belinas, Variants ou mesmo Quantuns num passado não muito distante. Mas talvez não mais. Como todos os automóveis, as peruas deram grandes passos evolutivos e hoje, para quem tiver o que elas custam, há opções capazes de acompanhar um bom sedã — quem sabe um bom esportivo — nas retas e nas curvas. E uma delas, curiosamente, atende por um nome que relembra dois modelos históricos da Volkswagen: a Passat Variant.

A fábrica alemã é hoje uma das poucas a apostar, no Brasil, nesse segmento tão forte no mercado europeu com dois modelos, sendo o outro a Jetta Variant trazida do México. Audi (com A4 e A6 Avant) e Volvo (com V50 e XC70) também oferecem uma dupla de peruas nas categorias de luxo, enquanto marcas como Citroën, Mercedes-Benz, Peugeot e Subaru apresentam uma só, e alguns fabricantes, nenhuma. Nesta versão V6 4Motion, que tem preço sugerido de R$ 167.100, a Passat concorre com a A4 Avant de 2,0 litros (com 183 cv, tração dianteira e caixa automática de variação contínua Multitronic) por R$ 152.000, a Subaru Legacy Outback de 3,6 litros (com 280 cv, tração integral e caixa automática) a R$ 165.000 e, com preço bem menor, a Peugeot 407 SW V6 (3,0 litros, 211 cv, tração dianteira e caixa automática) por R$ 138.600.

Mas dizíamos que a Variant em nada se parece com as peruas de outros tempos. De fato, ela já se diferenciava claramente delas quando avaliamos sua geração anterior, em 1999, época em que usava plataforma Audi, motor V6 de 2,8 litros e 193 cv, tração dianteira e caixa automática Tiptronic. Se então sua aptidão para ser dirigida com entusiasmo já havia cativado, não poderia ser menor agora que o motor passou para 3,2 litros e 250 cv, a tração é integral e a versão conta com a prestigiada caixa manual automatizada DSG de dupla embreagem e seis marchas.

De fato, a Variant V6 impressiona bem desde o primeiro contato. A silhueta de carro longo, largo e baixo conquista quem não é apreciador de utilitários esporte e prefere colocar a família mais perto do solo, onde os movimentos da carroceria no percurso são bem menos percebidos. A frente típica da marca, com faróis que usam lâmpadas de xenônio em ambos os fachos (com sistema autodirecional) e ampla grade cromada, forma um conjunto harmonioso com as laterais simples e a traseira elegante, em que as lanternas horizontais fogem à tradição de peças verticais do modelo. O único ponto dissonante, a nosso ver, é o desenho esportivo das rodas de 17 pol: um modelo mais tradicional seria mais condizente com o jeito da perua.

De porta aberta, o aspecto interno agrada de imediato. Os plásticos mostram alta qualidade e, em um país saturado de revestimentos negros, o couro cinza claro da Passat (pode ser também bege) traz a sensação de arejamento e de espaço ainda mais amplo. Os excelentes bancos dianteiros, com espuma firme e amplos apoios laterais como num bom carro alemão, trazem aquecimento e ajuste elétrico em todas as direções — distância, altura e inclinação do assento, inclinação do encosto, intensidade e altura do apoio lombar — para motorista e passageiro ao lado. O condutor ainda dispõe de três memórias de posição. O banco traseiro acomoda muito bem dois adultos, com farto espaço lateral e para pernas, embora o encosto incomode um terceiro passageiro.

O painel deixa de lado a sobriedade alemã com o desenho envolvente, em que o acabamento junto ao para-brisa parece ligar as molduras superiores dos forros de porta de um lado e de outro. O posto do motorista, no entanto, é sério e funcional, com todos os comandos e instrumentos bem localizados e de fácil operação. O quadro de instrumentos tem leitura simples, iluminação eficaz em branco e vermelho e um mostrador central que serve ao computador de bordo, a mensagens de aviso, ao configurador de funções, ao repetidor digital do velocímetro e até a um termômetro do óleo do motor. O pé esquerdo encontra um apoio bem definido, também uma marca germânica.


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Hyundai revela novo Elantra em motorshow



Após mostrar a nova geração de seu sedã Elantra – conhecido como Avante em seu país de origem – no pouco badalado Salão de Busan, na Coréia do Sul, a imprensa especula agora a vinda do modelo para o Brasil.

Com design moderno, a dianteira do Elantra foi inspirada no seu "irmão maior", o Sonata, ficando mais esportiva, enquanto sua traseira ficou mais curta e alta. O motor é o moderno 1.6 GDI, com injeção direta de combustível, 140cv e 17,8 kgfm de torque, que promete uma economia de 10% no consumo de combustível. O modelo terá opções de câmbio manual ou automático, ambos com seis velocidades, faróis com LEDS, seis airbags. O interior deverá ser bastante luxuoso, assim como os outros modelos da marca.

O novo Elantra deve chegar ao mercado coreano já no segundo semestre de 2010. Nos Estado Unidos, Europa e Ásia, aparecerá somente em 2011. A partir de 2012 o modelo pode vir a ser fabricado na nova fábrica da marca em Piracicaba, em São Paulo.













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Mercedes vai lançar versões mais baratas do GLK


Lançado em 2008, o Mercedes-Benz GLK ainda não alcançou o sucesso esperado. Para tentar reverter as vendas abaixo das expectativas, a marca alemã vai lançar versões mais econômicas e baratas do utilitário esportivo. A primeira a chegar vai ser a GLK 200 CDI.

O motor usado na nova versão é o turbodiesel 2.1 de quatro cilindros que já equipa o Classe C. Dotado de tecnologia BlueEfficiency, que utiliza filtros e sistemas para diminuir as emissões de poluentes e o consumo, entrega potência de 143 cv (cavalos).

Seu consumo médio é de 17,2 km/l, com câmbio manual, e 15,9 km/l se a opção for pelo automático. A tração é somente traseira. Hoje a versão mais barata oferecida no mercado alemão é a GLK 220 CDI, que tem 170 cv e custa a partir de 36.771 euros. Com a GLK 200, estima-se que este preço chegue perto dos 32 mil euros.
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PT Cruiser para de ser fabricado em 9 de julho


A Chrysler enfim confirmou o que há muito tempo já se especulava. O modelo PT Cruiser vai deixar de ser fabricado após uma década na linha de montagem da marca norte-americana. Seu visual "retrô high-tech" marcou os últimos anos graças a seu design polêmico. Feito em Toluca, no México, o modelo deixará de ser produzido no dia 9 de julho.

Sua saída da linha de produção havia sido prevista para um ano atrás. Mas, justamente em razão da crise, a empresa resolveu mantê-lo por precisar de um produto. Agora, sob o domínio da Fiat, a fábrica será reequipada, devendo fazer ali o modelo 500, o famoso Cinquecento, outro modelo que revisita um sucesso do passado e que hoje é fabricado na Polônia.

Em maio deste ano, no Brasil, a empresa começou a vender a série especial Decade Edition (leia aqui). O lançamento de séries especiais é um dos sintomas de que um automóvel vai sair de linha (leia reportagem aqui).
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terça-feira, 29 de junho de 2010

Honda NXR 150 Bros Mix vai de álcool e gasolina


Desde janeiro a Honda só fabrica a versão Mix da versátil NXR 150 Bros. Até maio já foram emplacadas 73.649 unidades do modelo on/off-road. Os números colocam a Bros como a terceira moto mais vendida no Brasil, só perdendo para a linha CG (125 e 150cc). Disponível nas versões KS (partida a pedal e freio a tambor), ES (freio a tambor e partida elétrica) e a ESD (com partida elétrica e freio a disco), os preços da Bros variam entre R$ 7.890 e R$ 8.690.

Em 2009, a Bros 150 passou por uma grande reformulação. Do paralama à rabeta, passando pelo motor, que ganhou injeção eletrônica de combustível. Na dianteira, as linhas ficaram mais angulosas e a carenagem do farol também mudou. As aletas do tanque ganharam volume e contribuem para deixar a Bros 150 com cara de moto de maior capacidade cúbica. Da injeção até ganhar a tecnologia flex foram apenas alguns meses. Agora o modelo pode rodar só com gasolina, só com etanol, ou com os dois combustíveis misturados em qualquer proporção. A NXR 150 Bros Mix é a primeira da categoria on/off-road dotada do sistema flex fuel.

MOTOR E CONSUMO
O motor da Bros 150 Mix é um monocilíndrico de quatro tempos, com comando simples no cabeçote, 149,2 cm³ de capacidade e alimentado por sistema de injeção eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection). Quando abastecida com álcool, segundo a Honda, a potência chega aos 14 cv a 8.000 rpm e o torque, a 1,53 kgfm a 6.000 rpm. Com gasolina, esses valores ficam em 13,8 cv de potência e 1,39 kgfm de torque. Mas na prática, no “acelerador”, é impossível sentir a diferença de potência e torque. Já no bolso...

Na primeira fase do teste de consumo de combustível, a Bros Mix rodou exclusivamente na cidade com gasolina (comum). Por 15 dias a moto encarou congestionamentos e as vias expressas da cidade de São Paulo. A Bros Mix obteve média de 30 km/l. Para encher o tanque de gasolina, o motociclista gasta pouco mais de R$ 27 e a moto pode percorrer cerca de 330 km. Antes de iniciarmos a segunda etapa do teste, esgotamos o tanque completamente e abastecemos com etanol. Exatos 11 litros (R$ 13,19). Nesta etapa colocamos a Bros Mix para rodar na estrada (rodovia dos Bandeirantes). Com velocidades entre 90 e 110 km/h, a moto cravou média de consumo de 20 km/l. A autonomia também caiu para 220 km.

Em função de sua agilidade e versatilidade, vale a pena ressaltar que a Bros 150 não é uma estradeira. Está mais para uma “CG rural”, já que conta com suspensões com maior curso, quadro de berço semiduplo e um visual mais agressivo. Porém compartilha praticamente o mesmo motor da CG 150 Titan.

IMPRESSÕES
Se no dia-a-dia a Bros esbanja agilidade, na rodovia falta torque e potência para superar os ônibus e caminhões. Em alguns momentos, o piloto pode tomar alguns sustos na estrada, já que tem que rodar o tempo inteiro com aceleração máxima. Muitas vezes até baixando uma marcha para tentar ganhar velocidade. Na chuva, atenção redobrada. Óleo na pista, deslocamento de ar e aquele spray que sobe quando a moto é ultrapassada pode ser um dos fatores determinantes para uma queda ou acidente.

Rodando por mais de uma hora ininterrupta sobre a Bros 150 Mix, o piloto sente-se cansado em função da adoção de espuma do assento muito dura. Para finalizar, o conjunto óptico poderia oferecer um feixe de luz mais forte, pois a lâmpada de 32 W é fraca.

Além do funcionamento uniforme e acelerações progressivas do motor, outro destaque fica por conta da injeção eletrônica de combustível. O sistema gerencia a partida a frio. Em nenhum momento da avaliação, seja abastecida com gasolina ou álcool, a Bros "pipocou" ou engasgou. Sempre pegou de primeira, mesmo no inverno paulistano. Claro que na primeira partida do dia era preciso acionar o botão do "start" por mais tempo, mas fazendo isso o motor acordava sem problemas.

Para entender as indicações no painel da Bros 150 Mix é preciso seguir as dicas do fabricante. Ou seja, quando as duas luzes (MIX e ALC) estiverem apagadas, significa que a partida é possível em qualquer temperatura. Se a MIX estiver acesa, o usuário deve abastecer sua motocicleta com um mínimo de dois litros de gasolina. Foi o que aconteceu quando a moto testada recebeu 100% de álcool. A luz MIX ficou acesa, mas em nenhum momento a Bros negou fogo.

Seguindo as recomendações da Honda, caso a ALC esteja acesa, é preciso adicionar pelo menos três litros de gasolina. Se, ao ligar a chave de ignição, a lâmpada ALC piscar, significa que a temperatura ambiente é baixa e que o teor de álcool no tanque é alto -- o que pode dificultar a partida. Em locais no qual a temperatura fica ambiente abaixo dos 15ºC, recomenda-se que o tanque da Bros Mix tenha no mínimo 20% de gasolina para que se garanta a partida a frio.

CÁLCULO PARA A ECONOMIA
O álcool, apesar de ser mais barato, tem consumo pior e, consequentemente, acaba primeiro que a gasolina. Por isso, o preço do etanol na bomba de combustível tem que ser vantajoso para o consumidor, de até 70% do cobrado na gasolina. Calcular a diferença é simples: basta pegar o preço do litro da gasolina e multiplicar por 0,70. Por exemplo: se o litro custa R$ 2,50, só vale a pena abastecer com o álcool se estiver a R$ 1,75 ou menos (R$ 2,50 multiplicado por 0,70 é igual a R$ 1,75). Se o preço do litro do álcool superar R$ 1,76, é melhor escolher a gasolina.
Na capital paulista, vale a pena rodar com a Bros 150 Mix abastecida somente com etanol, já que o preço em muitos postos gira em torno de R$ 1,20.

Portanto, o combustível "verde" oferece maior economia no bolso do motociclista e menor emissão de poluentes na atmosfera em São Paulo. A única desvantagem é que a autonomia da moto diminui e o piloto tem de parar mais vezes para abastecer.
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Flagrado o novo Audi A7



Com silhueta semelhante a do Audi A5 Sportback, porém em maiores proporções, o "Coupé de 4 portas" da Audi é flagrado em testes próximo aos circuito de Nürburgring. O modelo é esperado para o salão de Paris deste ano e terá motores de V6 a V10 5,0 litros biturbo, a gasolina, este com cerca de 600 cv. Versões híbridas a diesel também não estão descartadas.

Para o câmbio, um manual de 6 marchas e um automático de 8. Para os mais esportivos da linha, a rápida e robusta caixa manual automatizada de 7 marchas e dupla embreagem. Para os Estados Unidos, talvez seja enviado apenas versões 4x4. Para a Europa haverá a possibilidade de apenas tração traseira. Todas as versões contarão com suspensão a ar.
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sábado, 26 de junho de 2010

Ferrari divulga projetos para o futuro

Nos próximos anos, a Ferrari pretende lançar uma novidade a cada 365 dias, sendo que cada uma delas terá um ciclo de vida de quatro anos. A afirmação partiu do CEO da marca Amadeo Felisa. Edições especiais, como a Enzo, só serão mostradas uma vez a cada dez anos.

De acordo com o executivo, após este período, os lançamentos serão alvo de uma atualização, identificada por meio da denominação "modificato" ou "M". Entre os projetos, está agendada a substituição do 612 Scaglietti no final de 2011 por um esportivo mais espaçoso; já o substituto do 599 está previsto para 2012. Em cinco anos, existe a possibilidade de um híbrido entrar em produção. "Somos obrigados a fazê-lo devido às normas de consumo de combustível e de emissão de CO2", diz Felisa.
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Paris: Hyundai vai mostrar o Veloster


A Hyundai reservou para Paris a apresentação do Veloster, cupê que deve brigar com o Volkswagen Scirocco no mercado europeu. O esportivo vai substituir o antigo Hyundai Coupé, também chamado de Tiburón nos Estados Unidos, e vai ficar abaixo do Genesis Coupé. A apresentação está marcada somente para o final de setembro.
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Designer recria o velho Fusca

O designer Eduardo Oliveira, o Irmão do Décio, recriou em seu blog o Volkswagen Fusca, o besouro que povoou as ruas do Brasil e do mundo e que ainda sobrevive nas mãos de colecionadores e proprietários persistentes. Com o New Beetle com data marcada para sair de linha e com um substituo sendo preparado, Oliveira imaginou a volta do carrinho como um popular. "Seria um carro da categoria dos compactos com menos de 4 metros e motor traseiro refrigerado a água", contou no blog, onde apresenta suas versões de como seriam os carros antigos se fossem lançados agora. O motor imaginado por Eduardo é o de 1,4 litro da Kombi e até uma versão "pé-de-boi" com propulsor de 1,0 litro. O GTI utilizaria o 1,6 litros de Gol, Fox, Polo e Golf, assim como o aventureiro CrossFusca. O painel também teria o desenho retrô, com mostradores circulares e painel simples. Oliveira ainda cria uma versão inédita do Fusca, com quatro portas. As traseiras seriam do tipo suicida, eliminando a coluna central. O CrossFusca também é inédito e mistura elementos do CrossFox e da Saveiro Cross. "Iria colocar o estepe atrás, mas na hora notei que esconderia o brake-light", disse.



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sexta-feira, 25 de junho de 2010

A Ford lança Focus RS em homenagem a Le Mans


Em homenagem a tradicional 24 Horas de Le Mans, prova de longa duração realizada anualmente na frança, a Ford lança uma série especial do Focus RS. Batizada Le Mans Classic, tem cinco opções de pintura, cada uma inspirada em um modelo da Ford que obteve êxito na corrida.
O RS preto com faixas brancas homenageia o Ford MkII que venceu em 1966, com os pilotos Bruce McLaren e Chris Amon. O vermelho e branco é inspirado no MkIV vencedor utilizado por Dan Gurney e Antony Joseph Foyt em 1967. O Focus branco com faixas azuis e vermelhas relembra o MkIIB de número 6 pilotado por Jo Schlesser e Guy Ligier em 1967.
A azul e laranja é a clássica pintura Gulf dos GT40 que venceram em 1968 e 1969 e, por fim, O Focus RS Le Mans Classic tingido de azul e branco é um tributo ao Ford Capri RS que dominou a categoria Turismo em 1972. Tinha número 54 e os pilotos Gerry Birrel e Claude Bourgoigne ao volante.

Apenas 600 unidades serão produzidas. Dentro, uma placa no console central tem informações sobre o modelo homenageado. O Focus RS é o mais potente da gama. Com motor cinco cilindros, de 2,5 litros e equipado com turbocompressor, entrega 300 cv (cavalos) de potência. Para acelerar de 0 a 100 km/h bastam 5,9 segundos e a velocidade máxima é de 262 km/h.

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A Mercedes-Benz revela SLS AMG E-Cell


A Mercedes-Benz divulgou nesta terça-feira (22) as primeiras imagens do SLS movido a energia elétrica, ainda um protótipo. Chamado de SLS AMG E-Cell, o modelo possui quatro motores elétricos (um em cada roda) que, juntos, entregam 526 cavalos de potência e 89,7 kgfm de torque. Já a atual versão do esportivo é movida por um 6.2 V8 gasolina que gera 571 cv e 66,3 kgfm de força.
A fonte de energia para tamanho rendimento é proveniente de um conjunto de baterias de íons de lítio com 400V. O componente, que conta com sistema de arrefecimento a água, fica posicionado no assoalho do veículo para manter o centro de gravidade baixo e é parcialmente recarregado toda vez que os freios são acionados por meio da função regenerativa. O SLS elétrico acelera aos 100 km/h em 4s0 e, de acordo com a marca, a adaptação do novo sistema de propulsão não necessitou de nenhuma alteração estrutural. A marca não divulga, entretanto, valores de autonomia ou tempo de recarga.

Em comparação a um SLS “normal”, o E-Cell recebeu novo painel de instrumentos, que revela informações sobre o funcionamento e a carga do sistema elétrico, console central com tela touchscreen para controlar comandos do rádio e ar-condicionado, espelhos na cor preta, entradas de ar maiores, volante e revestimento dos bancos em Alcântara. A Mercedes-Benz ainda não possui previsão de quando o modelo entrará em produção em larga escala.

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BMW Série 5 tem espera de até 4 meses


A BMW está pedindo um tempo de espera que varia entre 3 a 4 meses de para entregar o novo Série 5 a seus clientes interessados no sedã. A informação foi revelada por um porta-voz da marca em uma conferência realizada nesta quarta-feira (23) em Bilbao, na Espanha.
“O Série 5 é um dos modelos top de linha da marca BMW e nós sabíamos seria um veículo muito forte para nós”, afirmou o chefe de vendas da BMW, Ian Robertson, durante a conferência. “Nos Estados Unidos, local em que está indo muito bem, o modelo pode ser responsável por entre 15% a 17% de nossos negócios, enquanto alavancamos as vendas”, adicionou.

No Brasil, o sedã de luxo também chegará em breve na versão 535i, mas o preço ainda não foi definido. A configuração conta com motor 3.0 6 cilindros em linha biturbo, capaz de gerar 306 cavalos de potência e 40,8 kgfm de torque, enquanto a versão top de linha na Europa possui um motor 4.4 V8 biturbo, capaz de gerar 408 cv e 61,2 kgfm de força. Conforme informamos anteriormente, a variante GT do sedã também será comercializada no Brasil, mas o valor ainda não é conhecido.

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A Fiat revela o conceito Uno Ecology

O novo Uno mal foi lançado e a Fiat já apresentou uma versão conceitual do compacto. Trata-se do Uno Ecology Studio Concept, um protótipo com apelo ecológico que traz como diferencial painéis solares no teto, que geram energia para equipamentos do veículo, e sistema Stop&Start, que desliga o motor automaticamente quando o carro encontra-se parado e volta a ligá-lo assim que o pedal do freio é solto. Tais itens, segundo a marca, garantem maior economia de combustível e menos emissões.

Além dos itens tecnológicos, o Uno Ecology conta com peças de acabamento confeccionadas de fibra de coco e outros materiais biodegradáveis. Já o motor é o 1.0 Fire Evo flex de até 77 cavalos de potência (2 cv a mais do que Uno 1.0 convencional) quando abastecido 100% com álcool e câmbio manual de cinco marchas. Outro destaque do conceito é o interior com decoração diferenciada, como o painel de material ecologicamente correto e os bancos em dois tons de cores contrastantes.

No entanto, até o momento, a Fiat ainda não divulga mais informações do carro tampouco se o veículo será lançado no mercado. Porém, é esperado que o Uno Ecology seja um dos destaques da fabricante de Betim (MG) no Salão do Automóvel de São Paulo, que acontece em outubro deste ano.

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quarta-feira, 23 de junho de 2010

GM terá nova estrutura na América do Sul

Divisão será conduzida por Jaime Ardila, atual presidente da GM do Brasil. No seu lugar entra Denise Johnson

A General Motors anunciou a criação de uma estrutura independente na América do Sul, que terá em seu comando Jaime Ardila, que hoje conduz a GM do Brasil. No seu lugar, assumirá Denise Johnson, que até então era vice-presidente de Relações Trabalhistas da empresa. Denise é a primeira mulher a assumir a presidência de uma montadora no Brasil.

A GM América do Sul, sediada em São Caetano (SP), foi criada para atender a crescente demanda de produtos e serviços na região, que inclui, além do Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela. Com a nova estrutura, aumentarão os investimentos em novas fábricas e produtos, além de mais conectividade com os mercados europeu, asiático e norte-americano.

Denise se reportará a Ardila, que agora passará a responder a Ed Whitacre, presidente mundial e CEO da General Motors.
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